Right! Aqui estou eu outra vez, no mesmo sítio, aquele sítio do costume onde tudo acontece. No meio de pessoas que não têm medo de brincar com o fogo e de se queimarem a sério. Irrita-me isso. A capacidade de andar a pisar a linha sem pensar nas consequências para si e para os outros, nos problemas que podem advir daí. É interessante quando estamos sossegados no nosso canto, bem-dispostos, divertidos e de repente começa a cheirar-nos a esturro (não no sentido literal) e apercebe-mo-nos de algo que não devia estar a acontecer, ali mesmo ao nosso lado. O problema aumenta quando já não podemos fazer nada por isso, porque já esgotámos as nossas vidas no jogo dessa pessoa e se nos manifestarmos seremos mortos: descartados. As amizades são coisas estranhas, complexas e muito, muito boas, mas que têm que ser cuidadas. Quando nos metemos demasiado na vida dos amigos começamos a perder a sua confiança. O melhor é assistir ao longe e não intervir até que isso nos seja requisitado. Nesse sentido, escolho calar-me. Infelizmente não costumo conseguir esconder a minha "irritação", mas vou fazer um esforço e engolir este sapo gigante.
terça-feira, 7 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Take it... Parte 2
À medida que os dias passam constato que existe um abismo entre nós. Como posso criar pontes?
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Take it...
Desdobro-me na vontade de escrever algo que faça sentido para mim, algo que me dê uma "espécie de sensação de certeza" em relação ao que sinto. O problema é que não consigo mentir a mim mesma e dizer que sei aquilo que não sei. É verdade, não sei mesmo. E entretanto ouço palavras sábias: "Ás vezes clarificarmos o que sentimos só estraga mais as coisas" e de repente já me sinto mais confortável em não saber.
domingo, 22 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
JV - Voo cego
"Só se dá valor pela privação.
Só quem já cruzou o deserto
Saberá chorar em frente ao mar.
Sei, a dor conduz para a evolução.
Mas não precisava, não precisava ser assim.
Porque só na pele se vê o que se faz
Como só as guerras nos fazem ver a paz.
Porque só na fome, na dor, na solidão,
Onde todos homens descobrem-se irmãos."
Não é que me esteja a doer alguma coisa, mas as letras deste senhor soam-me sempre super reais. E esta é uma das quinhentas com que me identifico de vez em quando.
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