terça-feira, 7 de junho de 2011

Engolir sapos...

Right! Aqui estou eu outra vez, no mesmo sítio, aquele sítio do costume onde tudo acontece. No meio de pessoas que não têm medo de brincar com o fogo e de se queimarem a sério. Irrita-me isso. A capacidade de andar a pisar a linha sem pensar nas consequências para si e para os outros, nos problemas que podem advir daí. É interessante quando estamos sossegados no nosso canto, bem-dispostos, divertidos e de repente começa a cheirar-nos a esturro (não no sentido literal) e apercebe-mo-nos de algo que não devia estar a acontecer, ali mesmo ao nosso lado. O problema aumenta quando já não podemos fazer nada por isso, porque já esgotámos as nossas vidas no jogo dessa pessoa e se nos manifestarmos seremos mortos: descartados. As amizades são coisas estranhas, complexas e muito, muito boas, mas que têm que ser cuidadas. Quando nos metemos demasiado na vida dos amigos começamos a perder a sua confiança. O melhor é assistir ao longe e não intervir até que isso nos seja requisitado. Nesse sentido, escolho calar-me. Infelizmente não costumo conseguir esconder a minha "irritação", mas vou fazer um esforço e engolir este sapo gigante.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Take it... Parte 3

Eh, não vai dar. Adeus.
Welcome, June!

domingo, 29 de maio de 2011

Take it... Parte 2

À medida que os dias passam constato que existe um abismo entre nós. Como posso criar pontes?

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Take it...

Desdobro-me na vontade de escrever algo que faça sentido para mim, algo que me dê uma "espécie de sensação de certeza" em relação ao que sinto. O problema é que não consigo mentir a mim mesma e dizer que sei aquilo que não sei. É verdade, não sei mesmo. E entretanto ouço palavras sábias: "Ás vezes clarificarmos o que sentimos só estraga mais as coisas" e de repente já me sinto mais confortável em não saber. 

domingo, 22 de maio de 2011

You have no idea of how awesome you are!
Está tudo muito estranho...








... e é só isso que quero dizer, mesmo.

(Sangria + dor-de-cabeça = ?)

quarta-feira, 18 de maio de 2011

JV - Voo cego

"Só se dá valor pela privação.
Só quem já cruzou o deserto 
Saberá chorar em frente ao mar.
Sei, a dor conduz para a evolução.
Mas não precisava, não precisava ser assim.

Porque só na pele se vê o que se faz
Como só as guerras nos fazem ver a paz.
Porque só na fome, na dor, na solidão,
Onde todos homens descobrem-se irmãos."
Não é que me esteja a doer alguma coisa, mas as letras deste senhor soam-me sempre super reais. E esta é uma das quinhentas com que me identifico de vez em quando.