Vamos continuar a pintar? :)
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
26 dias até...
Incrível sentir que hoje em dia quem não tem facebook não existe. Eu vou deixar de ter, isso significa que deixo de ser uma pessoa? Agora que não podem cuscar o que eu digo, faço, do que gosto, as pessoas vão perder o interesse em mim? O que é que isso diz sobre o tempo que vivemos? Interessante.
... ao fim da minha vida social.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
-.-'
Totó! Burro! Acabas de te juntar ao grupo dos que tanto criticas. És parvo! Perdeste a oportunidade de ser feliz por te sentires sozinho. Guess what? Todos nos sentimos sozinhos, mas isso não é razão para te precipitares em algo que sabes à partida que te vai fazer sofrer. A decisão é tua, as consequências és tu que as vais arcar. Mudar de personalidade assim? Wow, que falta de carácter. Ainda bem que não me envolvi ou deixei levar.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Engolir sapos...
Right! Aqui estou eu outra vez, no mesmo sítio, aquele sítio do costume onde tudo acontece. No meio de pessoas que não têm medo de brincar com o fogo e de se queimarem a sério. Irrita-me isso. A capacidade de andar a pisar a linha sem pensar nas consequências para si e para os outros, nos problemas que podem advir daí. É interessante quando estamos sossegados no nosso canto, bem-dispostos, divertidos e de repente começa a cheirar-nos a esturro (não no sentido literal) e apercebe-mo-nos de algo que não devia estar a acontecer, ali mesmo ao nosso lado. O problema aumenta quando já não podemos fazer nada por isso, porque já esgotámos as nossas vidas no jogo dessa pessoa e se nos manifestarmos seremos mortos: descartados. As amizades são coisas estranhas, complexas e muito, muito boas, mas que têm que ser cuidadas. Quando nos metemos demasiado na vida dos amigos começamos a perder a sua confiança. O melhor é assistir ao longe e não intervir até que isso nos seja requisitado. Nesse sentido, escolho calar-me. Infelizmente não costumo conseguir esconder a minha "irritação", mas vou fazer um esforço e engolir este sapo gigante.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Take it... Parte 2
À medida que os dias passam constato que existe um abismo entre nós. Como posso criar pontes?
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Take it...
Desdobro-me na vontade de escrever algo que faça sentido para mim, algo que me dê uma "espécie de sensação de certeza" em relação ao que sinto. O problema é que não consigo mentir a mim mesma e dizer que sei aquilo que não sei. É verdade, não sei mesmo. E entretanto ouço palavras sábias: "Ás vezes clarificarmos o que sentimos só estraga mais as coisas" e de repente já me sinto mais confortável em não saber.
domingo, 22 de maio de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
JV - Voo cego
"Só se dá valor pela privação.
Só quem já cruzou o deserto
Saberá chorar em frente ao mar.
Sei, a dor conduz para a evolução.
Mas não precisava, não precisava ser assim.
Porque só na pele se vê o que se faz
Como só as guerras nos fazem ver a paz.
Porque só na fome, na dor, na solidão,
Onde todos homens descobrem-se irmãos."
Não é que me esteja a doer alguma coisa, mas as letras deste senhor soam-me sempre super reais. E esta é uma das quinhentas com que me identifico de vez em quando.
domingo, 8 de maio de 2011
Problemas com café.
Olha para mim. Sim, olha bem para mim. De alto a baixo, de lado a lado. Bem no fundo dos meus olhos. O que vês?
Pensa em mim. Pensa bem naquilo que sou. Lembra-te de mim. O que é que isso te faz sentir?Olho para ti. Olho bem para ti. De alto a baixo, de lado a lado. Bem no fundo dos teus olhos. Vejo alguém com medo. Assustado por ter sofrido. Com medo de amar.
Penso em ti. Penso bem naquilo que és. Lembro-me de ti. Isso faz-me sorrir. Faz-me sentir que existem pessoas maravilhosas no mundo. Faz-me pensar na pessoa bela que és e em todo o potencial que tens. Faz-me lembrar que não mereces sofrer. Faz-me pensar que se pensasses em ti como eu penso em ti, nunca te deixarias pisar.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
Centrifugação...
São 2h44 da manhã e estou sentada no chão da sala sem vontade de dormir e com tal excitação por ir para longe que nem a consigo conter. Geralmente não há nada que me tire o sono, mas hoje é diferente.
A minha cabeça parece o quase fim do programa da máquina de lavar, quando está a fazer aquilo que, aqui para os meus lados, chamamos de "torcer a roupa". Não faz o barulho característico e ainda bem, porque se eu conseguisse ouvir os meus pensamentos, lá se ia a carreira no audio.
De qualquer forma, no quase centro deste turbilhão está alguém que não me tem dado descanso, não por estar sempre a falar comigo mas exactamente pelo contrário, por não me deixar perceber o que sente ou mesmo o que eu sinto. É complicado e estranho estar numa posição em que não há nada que se possa fazer porque o menor passo em falso pode estragar aquilo que ainda não começou, ou que pode nunca vir a ser. Ainda assim não há clareza na minha mente, nem descanso em relação a isto e como, segundo me dizem, o amor é simples e nós é que o complicamos, é melhor não complicar (como é que se faz isso, já agora?).
2h54. Fui.
Peace!
segunda-feira, 25 de abril de 2011
PAROU TUDO!
"Ei! Qual é a tua??! Pensas que é assim?!? Que podes chegar e colocar sentimentos aqui que eu não quero sentir?? Que podes, subitamente, tornar-te o habitante por excelência dos meus sonhos e do meu pensamento?"
Manobra de diversão? Como assim? Usar-te como uma forma de esquecer outros problemas? Só se for mesmo lá no fundo do meu subconsciente...
É estranho como tudo parece tão real e confuso. Geralmente troco amores platónicos por outros amores platónicos, mas tu não és platónico... És real e estás bem perto, talvez demasiado perto. Por um lado questiono as razões de nunca ter olhado para ti com os olhos com que te vejo hoje; por outro relembro que, noutra altura, isso não teria feito o menor sentido.
Será que um dia destes vou conseguir deixar as parvoíces de lado e dizer-te o que sinto?
Será que o sinto?
terça-feira, 12 de abril de 2011
Palavras sem sentido, escritas num momento de pura parvoíce.
Confere.
Aquilo que era temido,
Faz tremer o coração
Que, ainda em confusão,
Pensa em se oferecer sem hesitar.
Num passo de mágica
Tomas o teu lugar;
Assumes de forma clara
Aquilo que me faz amar.
Não gosto da sensação
De me fugires por entre os dedos.
De, sem te ter,
Pensar em te perder,
E ter que enfrentar os meu medos.
Por isso aqui, de forma parva,
Falo do meu aspecto risonho:
Por um amor que é impossível,
Que não passa de um sonho,
Que é inatingível.
(Mas que bom é este sonho!)
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